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WSL mantém etapa da Nova Zelândia paralisada e aguarda melhora das ondas em Raglan

  • há 7 horas
  • 2 min de leitura


A quarta etapa do circuito mundial da WSL, disputada em Raglan, na Nova Zelândia, segue paralisada por falta de condições ideais no mar. A organização confirmou mais dias de espera em Manu Bay e agora aposta na chegada de um novo swell previsto para o fim de semana para retomar a competição.


As condições das ondas vêm dificultando o andamento do campeonato desde o último domingo. Com mar pequeno e vento desfavorável, a WSL optou por manter o evento em espera enquanto monitora as previsões para os próximos dias. Segundo a organização, ainda restam 21 baterias para encerrar a etapa, atualmente parada nas oitavas de final do masculino e quartas do feminino.


A expectativa é de que as melhores condições apareçam entre sexta e sábado no horário do Brasil. A chegada de um novo swell pode trazer ondas acima de um metro para Manu Bay, palco inédito no circuito mundial em 2026. O domingo surge como plano alternativo caso seja necessário concluir as disputas no último dia da janela oficial do evento.


Mesmo com a paralisação, o Brasil segue forte na etapa neozelandesa. Nas oitavas de final masculinas, o grande destaque é o confronto entre Gabriel Medina e Filipe Toledo, repetindo um duelo entre campeões mundiais. Além deles, Yago Dora, Italo Ferreira, Miguel Pupo e Alejo Muniz seguem vivos na disputa.


No feminino, a brasileira Luana Silva acabou eliminada e perdeu a liderança do ranking mundial para a havaiana Gabriela Bryan.


A etapa de Raglan marca a estreia da famosa esquerda de Manu Bay no Championship Tour da WSL. Conhecida mundialmente pelas ondas longas e perfeitas, a praia neozelandesa é considerada uma das melhores esquerdas do planeta e foi cenário do clássico filme de surfe The Endless Summer.

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