Sem ondas, WSL adia finais e ajusta programação em Margaret River
- 21 de abr.
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A definição dos campeões do Margaret River Pro 2026, etapa da Liga Mundial de Surfe (WSL), foi novamente adiada devido às condições do mar na Austrália Ocidental. Sem ondas consistentes para a realização das baterias decisivas, a organização optou por manter a paralisação e agendou uma nova chamada para quinta-feira (23), às 20h (horário de Brasília), com possibilidade de conclusão da etapa ainda na madrugada de sexta-feira no Brasil.
A expectativa inicial era de retomada já no início da semana, mas o cenário climático não evoluiu como previsto. A instabilidade do swell segue sendo o principal fator para as interrupções, obrigando a WSL a aguardar uma janela mais favorável para garantir o nível técnico das disputas.
A previsão aponta uma melhora gradual das condições a partir da noite de quinta-feira no Brasil — manhã de sexta na Austrália — o que pode permitir a realização de todas as fases finais no mesmo dia, incluindo quartas de final, semifinais e decisões.
Apesar da paralisação, o Brasil segue com forte presença na etapa. Ao todo, cinco atletas continuam na disputa pelo título, sendo quatro no masculino e um no feminino. Entre as mulheres, Luana Silva é a única representante brasileira e terá um confronto de alto nível contra a australiana Molly Picklum, atual campeã mundial, valendo vaga na semifinal.
No masculino, o país chega com força máxima entre os oito melhores. Samuel Pupo encara o australiano Joel Vaughan, enquanto Gabriel Medina enfrenta o norte-americano Crosby Colapinto. Já Yago Dora terá pela frente o australiano George Pittar, e Italo Ferreira duela com outro representante da casa, Ethan Ewing.
Com o Brasil bem representado e condições do mar sendo monitoradas constantemente, a expectativa é de que a etapa seja concluída assim que houver qualidade suficiente de ondas para garantir disputas em alto nível.




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