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Experiência e ousadia: Fonseca e Melo conquistam o título de duplas no Rio Open 2026

  • há 2 horas
  • 2 min de leitura

Foto: Fotojump/Rio Open
Foto: Fotojump/Rio Open

A combinação entre juventude e experiência deu resultado no saibro carioca. João Fonseca e Marcelo Melo conquistaram o título de duplas do Rio Open 2026 neste domingo ao superarem Constantin Frantzen e Robin Haase em uma final decidida nos detalhes, com vitória por 4/6, 6/3 e 10-8.


A conquista simboliza mais do que um troféu. Representa o encontro de gerações do tênis brasileiro: de um lado, Melo, ex-número 1 do mundo e referência histórica nas duplas; do outro, Fonseca, de apenas 19 anos, consolidando-se como um dos principais nomes da nova safra do país.


Reação diante da adversidade


A decisão começou equilibrada. O primeiro set foi marcado por games longos e disputas intensas no ponto decisivo. A dupla europeia conseguiu aproveitar melhor as oportunidades no momento crucial e fechou a parcial em 6/4.


No segundo set, porém, o cenário mudou completamente. Impulsionados pela torcida, Fonseca e Melo elevaram o nível, passaram a pressionar nas devoluções e dominaram as ações na rede. A vantagem construída logo nos primeiros games foi determinante para levar o jogo ao match tie-break.


Personalidade no momento decisivo


No desempate, a tensão tomou conta da quadra. Foi nesse cenário que João Fonseca assumiu o protagonismo. O jovem carioca mostrou coragem ao arriscar no saque e agressividade nas devoluções, garantindo pontos decisivos em momentos de máxima pressão.


Com o placar empatado em 8-8, um ataque agressivo da dupla brasileira abriu caminho para o match-point. A confirmação do título veio na sequência, selando uma virada que levantou o público no Rio de Janeiro.


Marco para duas gerações


Aos 42 anos, Marcelo Melo levanta mais um troféu em sua carreira vitoriosa e reforça sua longevidade no circuito. Já para Fonseca, o título representa o primeiro grande triunfo em duplas no circuito ATP, ampliando sua experiência competitiva em alto nível.


Mais do que campeões, os dois deixam o Rio Open como símbolo de um tênis brasileiro que une tradição e renovação — e que volta a celebrar diante de sua torcida.

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