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Aos 13 anos, Giulia Santos estreia em Mundial e simboliza nova geração do florete brasileiro

  • há 3 dias
  • 2 min de leitura


Aos apenas 13 anos, Giulia Santos viveu um momento marcante na carreira ao disputar, no Rio de Janeiro, seu primeiro Campeonato Mundial Cadete e Juvenil de Esgrima. Integrante mais jovem da delegação brasileira, a atleta chamou atenção ao avançar da fase de poules e competir em alto nível diante de adversárias mais velhas e experientes.


A participação da jovem floretista reforça a renovação da modalidade no país e simboliza a força da nova geração do florete brasileiro.


“Eu não pensei que conseguiria chegar em um campeonato tão forte como esse. Meu objetivo era passar das poules e ganhar alguns jogos, e consegui”, destacou Giulia.


Na fase de grupos, a brasileira venceu três dos seis combates, garantindo classificação ao quadro eliminatório.


Na primeira rodada do mata-mata, Giulia enfrentou a espanhola Andrea Morera e acabou superada por 15 a 7, resultado que não diminuiu a importância da experiência adquirida.


“Esse foi o meu primeiro Mundial de muitos. Quero aprender com esses jogos e seguir evoluindo”, afirmou.


Início recente e paixão descoberta na escola


A trajetória de Giulia na esgrima começou há pouco tempo.


A atleta iniciou na modalidade aos 11 anos, dentro da escola, por meio de um projeto educacional do Instituto Touché.


“Eu comecei na esgrima com 11 anos, na escola, com espada de plástico. Antes eu fazia futebol, natação e judô. Queria testar um esporte diferente, e acabei me apaixonando”, contou.


O rápido desenvolvimento técnico já a colocou em um dos maiores palcos da esgrima mundial.


Brasil tem desempenho consistente no florete cadete


No geral, o Brasil teve um dia sólido na disputa do florete cadete, com todos os atletas avançando das poules.


No feminino, além de Giulia, Valentina Basso conquistou quatro vitórias e garantiu classificação direta ao quadro de 64. Julia Grahl também avançou.


No masculino, os brasileiros também tiveram bom desempenho:


  • Álvaro Kalleby – quatro vitórias

  • Henrique Lucci – três vitórias

  • Felipe Reichow – duas vitórias



Na fase eliminatória, o país ainda conquistou vitórias importantes com Álvaro Kalleby, que venceu o australiano Tsang Kwok Kuen por 15 a 9, e Felipe Reichow, que superou o polonês Feliks Wisnik por 15 a 12.


Mundial no Rio reforça desenvolvimento da nova geração


Mesmo diante de adversários de países tradicionais na esgrima, o Brasil mostrou evolução e competitividade.


A realização do Mundial no Rio de Janeiro também tem papel importante nesse processo, oferecendo aos jovens atletas experiência internacional de altíssimo nível dentro de casa.


Após as provas individuais, a delegação brasileira volta agora o foco para a disputa por equipes, que segue até o dia 9 de abril, na Arena Carioca.


A estreia de Giulia Santos, ainda tão jovem, surge como um dos símbolos mais promissores do futuro da esgrima brasileira.

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